Thursday, February 23, 2006

Finalmente o final

Pra acabar c/ a palhaçada...

Mesmo depois da festa a rotina era a mesma entre Diana e Kleber. Os poucos dias de aula que restaram antes de ambos entrarem em férias foram exatamente iguais aos que antecederam o primeiro encontro, só uns olhares, raramente um oi...
E assim passaram as férias e voltaram as aulas. Nada mudou. Aliás, algo mudou sim, mas essa mudança ñ agradou em nada a nossa protagonista, já que a semana de provas havia chegado e seu amadinho ainda ñ havia voltado das férias. Diana ñ entendia pq ñ rolou nada na festa ou pq simplesmente Kleber nem aparecia no campus, ou sei lá, ela no mais alto grau de viagem esperava que ele ligasse pra ela dizendo oq tinha acontecido...tadinha...
Vendo Dida (nick dela na facu) se afundar, as meninas da sala agitaram uma baladinha e arrastaram-na pra lá. Era sexta, dia de bebemorar e lá foi a patota, mas oq elas 'esqueceram' de avisar é q a balada era GLBT, mas até aí td bem, nenhuma delas era preconceituosa e conseguiam se livrar fácil de cantadas mais incisivas. Diana ficou super avontade no ambiente e estava curtindo 'pra carai' a mini-parada Gay quando reparou num casalzinho de meninos bem entretidos em descobrirem, via oral, oq cada um havia comido no jantar.
A garota dançava, observava e comentava c/ as colegas -as vzs o desperdício q aquela cena representava e outras a sorte q ambos tinham de estarem curtindo a baladinha no 'só love'.
S/ que ela percebesse, sua cabeçinha de jaca estava associando uma das figurinhas beijoqueiras à alguem que ela conhecia, mas ela nem se deu conta disso devido a bagunça sonora da baladinha e continuou dançando, curtindo c/ as amigas e observando os namoradinhos.
Do nada, a sensopercepção de Diana falou mais alto e a azarada olhou na direção das borboletinhas de beiço (já) inchado e tomou um susto q, se ñ fosse uma drag super bem-montada, teria feito ela se esparramar pelo chão: Ñ é q Kleber era um dos apaixonados q tanto se beijavam e se amassavam no cantinho?!?!?!
As meninas ñ acreditavam no q tinham descoberto e ñ se aguentavam de tanto rir, enquanto Dida nem piscava olhando pra cara suada (e de satisfação) do homem da sua vida enquanto fazia umas gracinhas pro bofe e contava quantas estalecas seriam necessárias pra pegar algo no bar.
Quando se livrou dos apertos do peguéti, Kleber deu "akela" visualizada no ambiente e, é claro, deu c/ sua fã da faculdade olhando-o espantada. Pra surpresa de Diana e das meninas q a acompanhavam, o/a safadinho/a cara-de-pau deu-lhe uma piscadinha e foi andando em sua direção, até q chegou bem na frente dela, abriu um mega sorriso (akele q a desmontava nos intervalos de aula), curvou-se até o ouvido da mortalzinha q ali estava embasbacada e disse:
-"Segredinho entre nós tá flor!"
Deu lhe um selinho e sumiu no meio da bixarada.


Caraca!!!!! Nem eu consigo acreditar na zica contida nesta pessoa....vai ser zuada assim lá na p....

Wednesday, February 22, 2006

A saga de Diana parte II

Continuando...

Kleber fazia o tipo paquerador, vivia de conversinha c/ as moças do campus e tal, mas sempre percebia a presença de Anita, ops, desculpa, de Diana pelo pátio e ficava de longe acompanhando seu passeio... as vzs ele chegava inclusive a dar sorrisinhos e isso desmontava a moçinha de um jeito q ela até pagava pequenos micos, como tropeçar nas amigas ou esbarrar nos lixos espalhados pelo local.
O tempo foi passando e, como era de se imaginar, a donzela resolveu pedir socorro a alguma de suas colegas, pq afinal de contas, ñ tinha mais como ela ficar naquele chóve-ñ-mólha. Ela precisava de dicas, conselhos, mandingas ou qualquer outra coisa q a fizésse no mínimo ter contato oral c/ o fulano, pq, se meus queridos leitores ainda ñ perceberam, eles até então NUNCA haviam se falado. Póde parecer estranho, aliás, não é estranho, é bizarro mesmo, mas essa paixão de Diana foi fulminante e paralisante tb, já q a estrupícia nem 'oi' falava pro Don Juan da zona franca de Manaus.
Mas enfim, nossa mártir foi buscar ajuda e conseguiu (Aaaaaaaleluia!). Graças a um amigo do paquera de uma colega de sala, ela conseguiu o número do celular de Kleber e tb, por um descuido do próprio -a minina já estava especialista em espionar- conseguiu o endereço e outras informações importantes.
Depois disso entrar em contato seria fácil, se ñ fosse a cabecinha inocente e pueril de Diana. A tadinha ligou uma vz e o Zé Ruela tava jogando futebol, ligou outra e deu caixa postal, ligou a terceira e conseguiu falar c/ ele. Motivo de felicidade?? Ñ. O cara até foi legal, atendeu bem ela ao telefone e tudo, mas marcou c/ ela um papinho na facu e simplesmente ñ apareceu durante uma semana.
Decepção total, mas ela ñ desistiu! Resolveu mudar a tática do jogo e passou a prestar atenção nos passos de Kleber s/ que ele percebesse, mas por um acaso do destino, quase qndo ela estava desencanando, rolou uma festa da facu e os dois acabaram se encontrando no antro (q idiota esse cara, era traje preto obrigatório e ele foi c/ uma camisa branca e calça jeans).
Diana dançava empolgada e descontraída qndo reparou num ser diferente dos demais atrás dela e mais do que depressa resolveu virar-se pra zuar o infeliz. E ñ é que era o manézão q ela tanto pagava um pau??? Pois é, conversaram um pouco, ele ofereceu cerveja, ela optou por refri e assim foi...
Ñ gente, ñ é oq vcs estão pensando! Eles conversaram e só... nem beijinho nem nada, só idéias mesmo.
Aquela noite foi memorável: Diana conseguiu ouvir a voz de Kléber, seus amigos ficaram do lado observando c/ cara de pastel e na volta pra casa o amigo motorista quase fez o carro beijar um poste. Realmente lindo....


Aí, só rindo mesmo...até aqui tá blz, mas ainda tem mais. Aguardem!

Tuesday, February 21, 2006

E lá vamos nós....

Pra começar, vou contar uma estorinha bem light... praticamente coisa de primário (na verdade era mesmo primeiro ano mesmo, mas abafa...)

Então, Diana tinha acabado de entrar na faculdade e, como é normnal de toda bixéti, estava eufórica c/ os estabelecimentos nos arredores do campus e tb c/ seus frequentadores. Logo nos primeiros dias de aula se entrosou c/ sua turma e tb com alguns alunos de outras salas... o campus era havia sido recentemente inaugurado e por isso ainda havia poucos alunos matriculados, oque facilitava mto o contato entre eles.
Embora Diana fosse louca por festas e agitos (oq haveria mto a partir dakela data), se segurava firme, pois mantinha seu primeiro namorado há algum tempo e, até alguns meses antes da matrícula, acreditava fortemente q nada abalaria sua relação. Mas foi exatamente neste ponto q ela estava redondamente enganada!
Pois ñ é q o coração da donzela foi bater pros lados de um bixo metido à Rodrigo Santoro?
Tadinha, a minina quase teve um treco qndo se viu interessada no rapaz e pior, depois de meses ainda ñ conseguia assumir sua paixão! Seria desnecessário dizer que seu namoro tava indo pro brejo em suaves prestações, mas eu digo... o compromisso estava cada vz mais afogado na mistura química q a paixão produzia na cabeça de Diana.
Mas daí surge uma questã... e o bixo bunitão? Kem era, oq estudava e, finalmente, ELE SABIA dessa paixonite aguda???
Ok, ok, ñ se estapeiem pra ler as respostas...eu digo!! O causador dessa reviravolta chama-se(pq ñ deve ter morrido ainda) Kleber, era aluno de marketing e SIM, sabia de Diana. Aliás, ñ só sabia como tb fazia questão de bagunçar o coreto da menina lançando olhares e fazendo comentários c/ seus companheiros de sala.


Tá interessante né??? Mais por hoje eu preciso ir! No próximo post eu tento escrever até o final.

Histórias reais, contos e besteirolas afins

Como é que se começa a escrever um blog?? Afinal de contas, de algum jeito tem de ser feito!?!
Bem, como diria Jack, um velho conhecido do povo: "vamos por partes".

Minha intenção em escrever é unica e exclusivamente pra passar o tempo, ou seja, se eu ñ tiver tempo, ñ escrevo.
A proposta é escrever sobre episódios do dia-a-dia que fundamentalmente girem em torno de relacionamentos, ou seja, TUDO que estiver dentro desse assunto poderá ser escrito aki: amores impossíveis, desenganos e desencontros, brigas, términos, reconciliações... Enfim, tudo q contenha sentimentos, duas -ou as vzs mais- pessoas e dificuldades (pq nada q tá relacionado a sentimentos é fácil, póde esquecer q ñ é meeeeesmo).

Ñ vou começar logo hoje c/ uma das minhas estorinhas pq é mta informação pra uma coisa só, mas logo começa a sessão "Ó, e agora, kem poderá me defender??"...