Finalmente o final
Pra acabar c/ a palhaçada...
Mesmo depois da festa a rotina era a mesma entre Diana e Kleber. Os poucos dias de aula que restaram antes de ambos entrarem em férias foram exatamente iguais aos que antecederam o primeiro encontro, só uns olhares, raramente um oi...
E assim passaram as férias e voltaram as aulas. Nada mudou. Aliás, algo mudou sim, mas essa mudança ñ agradou em nada a nossa protagonista, já que a semana de provas havia chegado e seu amadinho ainda ñ havia voltado das férias. Diana ñ entendia pq ñ rolou nada na festa ou pq simplesmente Kleber nem aparecia no campus, ou sei lá, ela no mais alto grau de viagem esperava que ele ligasse pra ela dizendo oq tinha acontecido...tadinha...
Vendo Dida (nick dela na facu) se afundar, as meninas da sala agitaram uma baladinha e arrastaram-na pra lá. Era sexta, dia de bebemorar e lá foi a patota, mas oq elas 'esqueceram' de avisar é q a balada era GLBT, mas até aí td bem, nenhuma delas era preconceituosa e conseguiam se livrar fácil de cantadas mais incisivas. Diana ficou super avontade no ambiente e estava curtindo 'pra carai' a mini-parada Gay quando reparou num casalzinho de meninos bem entretidos em descobrirem, via oral, oq cada um havia comido no jantar.
A garota dançava, observava e comentava c/ as colegas -as vzs o desperdício q aquela cena representava e outras a sorte q ambos tinham de estarem curtindo a baladinha no 'só love'.
S/ que ela percebesse, sua cabeçinha de jaca estava associando uma das figurinhas beijoqueiras à alguem que ela conhecia, mas ela nem se deu conta disso devido a bagunça sonora da baladinha e continuou dançando, curtindo c/ as amigas e observando os namoradinhos.
Do nada, a sensopercepção de Diana falou mais alto e a azarada olhou na direção das borboletinhas de beiço (já) inchado e tomou um susto q, se ñ fosse uma drag super bem-montada, teria feito ela se esparramar pelo chão: Ñ é q Kleber era um dos apaixonados q tanto se beijavam e se amassavam no cantinho?!?!?!
As meninas ñ acreditavam no q tinham descoberto e ñ se aguentavam de tanto rir, enquanto Dida nem piscava olhando pra cara suada (e de satisfação) do homem da sua vida enquanto fazia umas gracinhas pro bofe e contava quantas estalecas seriam necessárias pra pegar algo no bar.
Quando se livrou dos apertos do peguéti, Kleber deu "akela" visualizada no ambiente e, é claro, deu c/ sua fã da faculdade olhando-o espantada. Pra surpresa de Diana e das meninas q a acompanhavam, o/a safadinho/a cara-de-pau deu-lhe uma piscadinha e foi andando em sua direção, até q chegou bem na frente dela, abriu um mega sorriso (akele q a desmontava nos intervalos de aula), curvou-se até o ouvido da mortalzinha q ali estava embasbacada e disse:
-"Segredinho entre nós tá flor!"
Deu lhe um selinho e sumiu no meio da bixarada.
Caraca!!!!! Nem eu consigo acreditar na zica contida nesta pessoa....vai ser zuada assim lá na p....
Mesmo depois da festa a rotina era a mesma entre Diana e Kleber. Os poucos dias de aula que restaram antes de ambos entrarem em férias foram exatamente iguais aos que antecederam o primeiro encontro, só uns olhares, raramente um oi...
E assim passaram as férias e voltaram as aulas. Nada mudou. Aliás, algo mudou sim, mas essa mudança ñ agradou em nada a nossa protagonista, já que a semana de provas havia chegado e seu amadinho ainda ñ havia voltado das férias. Diana ñ entendia pq ñ rolou nada na festa ou pq simplesmente Kleber nem aparecia no campus, ou sei lá, ela no mais alto grau de viagem esperava que ele ligasse pra ela dizendo oq tinha acontecido...tadinha...
Vendo Dida (nick dela na facu) se afundar, as meninas da sala agitaram uma baladinha e arrastaram-na pra lá. Era sexta, dia de bebemorar e lá foi a patota, mas oq elas 'esqueceram' de avisar é q a balada era GLBT, mas até aí td bem, nenhuma delas era preconceituosa e conseguiam se livrar fácil de cantadas mais incisivas. Diana ficou super avontade no ambiente e estava curtindo 'pra carai' a mini-parada Gay quando reparou num casalzinho de meninos bem entretidos em descobrirem, via oral, oq cada um havia comido no jantar.
A garota dançava, observava e comentava c/ as colegas -as vzs o desperdício q aquela cena representava e outras a sorte q ambos tinham de estarem curtindo a baladinha no 'só love'.
S/ que ela percebesse, sua cabeçinha de jaca estava associando uma das figurinhas beijoqueiras à alguem que ela conhecia, mas ela nem se deu conta disso devido a bagunça sonora da baladinha e continuou dançando, curtindo c/ as amigas e observando os namoradinhos.
Do nada, a sensopercepção de Diana falou mais alto e a azarada olhou na direção das borboletinhas de beiço (já) inchado e tomou um susto q, se ñ fosse uma drag super bem-montada, teria feito ela se esparramar pelo chão: Ñ é q Kleber era um dos apaixonados q tanto se beijavam e se amassavam no cantinho?!?!?!
As meninas ñ acreditavam no q tinham descoberto e ñ se aguentavam de tanto rir, enquanto Dida nem piscava olhando pra cara suada (e de satisfação) do homem da sua vida enquanto fazia umas gracinhas pro bofe e contava quantas estalecas seriam necessárias pra pegar algo no bar.
Quando se livrou dos apertos do peguéti, Kleber deu "akela" visualizada no ambiente e, é claro, deu c/ sua fã da faculdade olhando-o espantada. Pra surpresa de Diana e das meninas q a acompanhavam, o/a safadinho/a cara-de-pau deu-lhe uma piscadinha e foi andando em sua direção, até q chegou bem na frente dela, abriu um mega sorriso (akele q a desmontava nos intervalos de aula), curvou-se até o ouvido da mortalzinha q ali estava embasbacada e disse:
-"Segredinho entre nós tá flor!"
Deu lhe um selinho e sumiu no meio da bixarada.
Caraca!!!!! Nem eu consigo acreditar na zica contida nesta pessoa....vai ser zuada assim lá na p....
