A saga de Diana parte II
Continuando...
Kleber fazia o tipo paquerador, vivia de conversinha c/ as moças do campus e tal, mas sempre percebia a presença de Anita, ops, desculpa, de Diana pelo pátio e ficava de longe acompanhando seu passeio... as vzs ele chegava inclusive a dar sorrisinhos e isso desmontava a moçinha de um jeito q ela até pagava pequenos micos, como tropeçar nas amigas ou esbarrar nos lixos espalhados pelo local.
O tempo foi passando e, como era de se imaginar, a donzela resolveu pedir socorro a alguma de suas colegas, pq afinal de contas, ñ tinha mais como ela ficar naquele chóve-ñ-mólha. Ela precisava de dicas, conselhos, mandingas ou qualquer outra coisa q a fizésse no mínimo ter contato oral c/ o fulano, pq, se meus queridos leitores ainda ñ perceberam, eles até então NUNCA haviam se falado. Póde parecer estranho, aliás, não é estranho, é bizarro mesmo, mas essa paixão de Diana foi fulminante e paralisante tb, já q a estrupícia nem 'oi' falava pro Don Juan da zona franca de Manaus.
Mas enfim, nossa mártir foi buscar ajuda e conseguiu (Aaaaaaaleluia!). Graças a um amigo do paquera de uma colega de sala, ela conseguiu o número do celular de Kleber e tb, por um descuido do próprio -a minina já estava especialista em espionar- conseguiu o endereço e outras informações importantes.
Depois disso entrar em contato seria fácil, se ñ fosse a cabecinha inocente e pueril de Diana. A tadinha ligou uma vz e o Zé Ruela tava jogando futebol, ligou outra e deu caixa postal, ligou a terceira e conseguiu falar c/ ele. Motivo de felicidade?? Ñ. O cara até foi legal, atendeu bem ela ao telefone e tudo, mas marcou c/ ela um papinho na facu e simplesmente ñ apareceu durante uma semana.
Decepção total, mas ela ñ desistiu! Resolveu mudar a tática do jogo e passou a prestar atenção nos passos de Kleber s/ que ele percebesse, mas por um acaso do destino, quase qndo ela estava desencanando, rolou uma festa da facu e os dois acabaram se encontrando no antro (q idiota esse cara, era traje preto obrigatório e ele foi c/ uma camisa branca e calça jeans).
Diana dançava empolgada e descontraída qndo reparou num ser diferente dos demais atrás dela e mais do que depressa resolveu virar-se pra zuar o infeliz. E ñ é que era o manézão q ela tanto pagava um pau??? Pois é, conversaram um pouco, ele ofereceu cerveja, ela optou por refri e assim foi...
Ñ gente, ñ é oq vcs estão pensando! Eles conversaram e só... nem beijinho nem nada, só idéias mesmo.
Aquela noite foi memorável: Diana conseguiu ouvir a voz de Kléber, seus amigos ficaram do lado observando c/ cara de pastel e na volta pra casa o amigo motorista quase fez o carro beijar um poste. Realmente lindo....
Aí, só rindo mesmo...até aqui tá blz, mas ainda tem mais. Aguardem!
Kleber fazia o tipo paquerador, vivia de conversinha c/ as moças do campus e tal, mas sempre percebia a presença de Anita, ops, desculpa, de Diana pelo pátio e ficava de longe acompanhando seu passeio... as vzs ele chegava inclusive a dar sorrisinhos e isso desmontava a moçinha de um jeito q ela até pagava pequenos micos, como tropeçar nas amigas ou esbarrar nos lixos espalhados pelo local.
O tempo foi passando e, como era de se imaginar, a donzela resolveu pedir socorro a alguma de suas colegas, pq afinal de contas, ñ tinha mais como ela ficar naquele chóve-ñ-mólha. Ela precisava de dicas, conselhos, mandingas ou qualquer outra coisa q a fizésse no mínimo ter contato oral c/ o fulano, pq, se meus queridos leitores ainda ñ perceberam, eles até então NUNCA haviam se falado. Póde parecer estranho, aliás, não é estranho, é bizarro mesmo, mas essa paixão de Diana foi fulminante e paralisante tb, já q a estrupícia nem 'oi' falava pro Don Juan da zona franca de Manaus.
Mas enfim, nossa mártir foi buscar ajuda e conseguiu (Aaaaaaaleluia!). Graças a um amigo do paquera de uma colega de sala, ela conseguiu o número do celular de Kleber e tb, por um descuido do próprio -a minina já estava especialista em espionar- conseguiu o endereço e outras informações importantes.
Depois disso entrar em contato seria fácil, se ñ fosse a cabecinha inocente e pueril de Diana. A tadinha ligou uma vz e o Zé Ruela tava jogando futebol, ligou outra e deu caixa postal, ligou a terceira e conseguiu falar c/ ele. Motivo de felicidade?? Ñ. O cara até foi legal, atendeu bem ela ao telefone e tudo, mas marcou c/ ela um papinho na facu e simplesmente ñ apareceu durante uma semana.
Decepção total, mas ela ñ desistiu! Resolveu mudar a tática do jogo e passou a prestar atenção nos passos de Kleber s/ que ele percebesse, mas por um acaso do destino, quase qndo ela estava desencanando, rolou uma festa da facu e os dois acabaram se encontrando no antro (q idiota esse cara, era traje preto obrigatório e ele foi c/ uma camisa branca e calça jeans).
Diana dançava empolgada e descontraída qndo reparou num ser diferente dos demais atrás dela e mais do que depressa resolveu virar-se pra zuar o infeliz. E ñ é que era o manézão q ela tanto pagava um pau??? Pois é, conversaram um pouco, ele ofereceu cerveja, ela optou por refri e assim foi...
Ñ gente, ñ é oq vcs estão pensando! Eles conversaram e só... nem beijinho nem nada, só idéias mesmo.
Aquela noite foi memorável: Diana conseguiu ouvir a voz de Kléber, seus amigos ficaram do lado observando c/ cara de pastel e na volta pra casa o amigo motorista quase fez o carro beijar um poste. Realmente lindo....
Aí, só rindo mesmo...até aqui tá blz, mas ainda tem mais. Aguardem!

0 Comments:
Post a Comment
<< Home